sexta-feira, outubro 02, 2009

#108 - Gamer, de Mark Neveldine e Brian Taylor


Sexta-feira chegou. Em meio ao Festival do Rio, estreia no circuitão uma verdadeira bomba. A sessão para a imprensa de Gamer foi quase exclusiva para mim. No começo do filme, havia na sala de projeção apenas eu e o gato de estimação do Estação. Com 15 minutos de filme, justamente os únicos que realmente valem a pena, outros colegas de profissão chegaram. A resenha foi publicada hoje na Revista Programa, do JB. Segue um resumo do que escrevi lá.

Os 15 minutos inciais de Gamer conseguem deixar qualquer fã de filmes de ação extasiado: explosões, tiros e mutilações enchem a tela. A premissa é até bastante interessante: em um futuro próximo, uma tecnologia revolucionária permite que jogadores de games multiplayer, como Counter Strike e Call of Duty, comandem remotamente seres humanos de carne e osso. Um famoso e violento jogo de batalhas chamado Slayers usa criminosos condenados à morte como personagens, prometendo a liberdade ao grande vencedor. Gerard Butler interpreta Kable, o favorito ao título, controlado por um adolescente de 17 anos.

Apesar da fotografia caprichada e da edição ligeira, basta pouco mais de 30 minutos de projeção para perceber que o filme não vai decolar tão alto como promete. O roteiro é enfadonho, os personagens são mal desenvolvidos e a trama é resolvida de forma preguiçosa.

3 comentários:

T1460 disse...

Ainda me interesso em ver o filme, principalmente pela forma com que o jogo acontece. Não é de se duvidar que um dia cheguemos lá, com os consoles domésticos atuais (principalmente Nintendo Wii) e os da próxima geração (Project Natal e afins) já surpreendendo bastante.

Quanto ao filme em si, não espero muita coisa.

Vulgo Dudu disse...

T1460, eu achei a premissa realmente ótima. A julgar pela velocidade com que a sociedade inverte os valores, é um argumento até plausível. O problema é realmente o roteiro, extremamente boboca...

Abs!

Bruno disse...

Esse roteiro tinha tudo pra fazer um grande filme, mas, ficou extremamente fraco.
Mais um filme que entra na minha galeria de "Não perca seu tempo asssitindo!