domingo, abril 12, 2009

#40 - Território restrito (Crossing over), de Wayne Kramer


Está em cartaz, no circuitão, o mais novo filme de Harrison Ford. Trata-se do fraco, bem fraco, Território restrito. O roteiro é mais do mesmo: pessoas de etnias e culturas das mais diversas lutam para conseguir regularizar a situação nos Estados Unidos.

O problema é que os personagens têm histórias desinteressantes e os diálogos são bem arrastados. Alice Braga, que balbucia apenas meia dúzia de palavras - em espanhol, já que interpreta uma mexicana -, passa batida.

Portanto, vocês já sabem: tem resenha lá no site da Revista M... Leia aqui! Lembrando que também é possível comentar o filme por lá, na capa da seção Críticos de M...

7 comentários:

Kamila disse...

Estava até esperando alguma coisa positiva desse filme, mas, depois desse texto, vou assistir à obra sem maiores compromissos.

Beijos e Feliz Páscoa!

T1460 disse...

Verei se tiver tempo! Nunca estive muito animado em relação a esse filme.

Vulgo Dudu disse...

Kamila, é um filme muito, mas muito fraco. Completamente sem graça, frio. Quer saber? É perda de tempo.

T1460, veja só quando tiver tempo de sobra, mas tempo de sobra mesmo! rs...

Bjs e abs!

Ciro Hamen disse...

É. Esse filme não tinha uma cara muito boa mesmo. E a Alice Braga balbucia meia duzia de palavras? Essa foto dela no poster do filme é só pra enganar então..

Abraços!

Alex Gonçalves disse...

Dudu, fiz comentário lá no M... Ah, e se não andamos batendo em questão de opiniões cinematográficas a culpa é do senhor que fica judiando de filme que presta ("Becky Bloom") e elogiando o que é muito ruim ("Sexta-feira 13"). Mas como você disse no Twitter, ao menos não gostamos do casamento do filme do Gary Winick XD

Abraços!

Vulgo Dudu disse...

Ciro, a Alice Braga é a personagem que dá um start na mudança de comportamento do protagonista, o Harrison Ford. Ela aparece cinco minutos e tudo o que fale é "me ajude", só... Patético. rs...

Alex, valeu pelo comentário lá! Pois é, nossas opiniões não andam batendo mesmo. Ainda mais depois que você escreveu que Delírios de consumo é a melhor comédia do ano, por enquanto. Mas é como eu sempre, sempre mesmo, digo: cinema é como traseiro, cada um tem o seu! O que vale é a gente argumentar mesmo!

Abs!

Lata disse...

O que se pode tirar de bom desse filme está muito além da atuação ou da analise em relação as falas dos personagens...
tá certo que não mostra a situação real de como essas pessoas são gentilmente convidadas a sair do território americano, mas tudo bem!!!
mas se torna interresante se olharmos as relações sociais que vigente e que são realizadas em zonas fronteiriças e em todo o território nacional. É interessante salientar as situações a que se submetem essas pessoas para conseguir um visto ou a cidadania americana.
Mas pelo que já li por aqui, analise social não é o forte do blog e sim a atuação, mas isso fica como reflexão não so para este mas para outros filmes, que eles sejam olhados sob outras óticas.

sem mais