sexta-feira, fevereiro 06, 2009

#13 - Noivas em guerra (Bride wars), de Gary Winick


Noivas em guerra? - pergunta-me o leitor mais atento. Sim, são os ossos do ofício.

Hoje estreia mais uma comédia sobre casamentos, com mais um roteiro sobre noivas neuróticas. Kate Hudson e Anne Hathaway estrelam esse filme, no qual vão de amigas inseparáveis a inimigas mortais depois que suas cerimônias são marcadas equivocadamente para o mesmo dia.

Ambas não têm o timing para a comédia. E nem aquela cara de noiva enjoada da Julia Roberts.

Ganhou uma crítica de merda que já está online. É só clicar aqui!

7 comentários:

Kamila disse...

Assisti ao filme hoje e, apesar dos clichês, achei o longa muito bonitinho! Além disso, temos a Anne Hathaway e a Kate Hudson, que são umas fofas e duas atrizes cheias de carisma.

Bom final de semana!

Kau Oliveira disse...

Dudu, nem me fale deste filme. Eu AMO Anne e Kate e fui certo para assistí-lo hj. Mas minha prima preferiu ver o ruim Sim Senhor... haja paciência!

Abs!

Anônimo disse...

Olá

Aqui é o Roberto Acioli. Os blogs que montei ['Cinema Europeu' e 'Cinema Italiano'] possuem um estilo acadêmico [texto com referências bibliográficas], que não é nem melhor nem pior do que qualquer outro estilo. É apenas a maneira como me acostumei a escrever na Universidade.

Não conhecia essa história com o David Lynch. Entendo que ele brincou com essa neurose dos espectadores. Ou melhor, não é que os filmes não devam ter um sentido ou explicação. A questão é que os espectadores esperam que o próprio filme/diretor diga qual é o significado do filme.

Eu acho que todo filme tem um significado, só que somos nós os espectadores que vamos dar esse significado, de acordo com a experiência de vida de cada um de nós [claro que não estou me referindo ao tipo de filme "enlatado" que é feito como puro entretenimento, esses vem com o significado estampado na tela para nós não precisarmos pensar].

Michelangelo Antonioni, o cineasta italiano, afirmou certa vez que seus filmes não terminam no fim da projeção. Eles continuam [ou deveriam continuar] nas mentes dos espectadores [pelo menos daqueles que entenderam que a função de um filme é provocar o pensamento]depois que saem do cinema e continuam pensando sobre os temas tratados no filme e questionando suas próprias visões de mundo. No final é você que deve dizer o que você acha que o filme quis dizer!

Você deve ter notado que meus blogs não tem espaço para comentário. Mas eles têm sim, é só você entrar em 'visualizar meu perfil completo', lá tem um e-mail para você mandar para mim com seus comentários.

Grande Abraço
Roberto Acioli de Oliveira

Kamila disse...

Dudu, tem selo para você lá no Cinéfila por Natureza!

Sérgio Déda disse...

Talvez eu assista por esses dias...

Abraços!

Vulgo Dudu disse...

Kamila, eu achei justamente que faltou carisma para as duas. Quer dizer, não é que elas não tenham, mas não me convenceram como noivas em crise. E também não demonstraram timing para a comédia nos respectivos papéis. Achei o filme muito ruim... E muito obrigado pelo selo! Gostei muito!

Kau, na minha opinião você iria trocar seis por meia-dúzia... rs...

Roberto, bom saber que este canal de comunicação está aberto!

Sérgio, não tenha pressa... rs...

Bjs e abs!

Roberto Acioli disse...

Olá

Resgatando algumas colocações de Fellini e Pasolini, escrevi uma pequena e singela provocação aos cinéfilos. Confira: "Fellini, Pasolini e a Dublagem" http://cinemaitalianorao.blogspot.com/

Grande abraço