quinta-feira, abril 24, 2008

#32 - Reform school girls, de Tom DeSimone


Nem só de peitinhos e bundões viviam as sessões dedicadas aos filmes mais liberais na TV aberta. Vez ou outra, um pouquinho de violência caía bem. Essa combinação entre nudez e pancadaria ficou conhecida como exploitation. E um de seus clássicos, sem dúvida, é Reform school girls.

O roteiro, que é o menos importante nesse filme, conta a história de uma mocinha, Jeny (a bela atriz Linda Carol), que se mete em uma enrascada e acaba indo parar no tal reformatório. Lá, enfrenta uma inspetora malvada - com direito a risada maquiavélica e caretas assustadoras - e um grupo de internas rebeldes. Ou seja, ambiente propício para brigas.

E é isso que recheia o filme. Várias pelejas. Em trajes sumários e lingeries insinuantes! Até o uniforme das internas, uma espécie de roupão cinza chumbo, é decotado. Sem contar as cenas nos chuveiros... Tudo isso regado ao hard rock dos anos 80 e diálogos canastrões. Prato cheio para os fãs do gênero.

É diversão na certa!

5 comentários:

Surfista disse...

Não vi e já gostei!

Do gênero, eu lembro de vários filmes sobre reformatórios femininos com a Tany Roberts e a Shannon Tweed.

Kamila disse...

Dudu, parece ser divertidíssimo mesmo esse filme.

Não vi quase nada do que é considerado "exploitation", mas sei que cineastas como Quentin Tarantino são fãs de filmes assim. Acho que características desses filmes podem até ser encontradas em obras como "Grindhouse".

Bom final de semana!

Rafael Carvalho disse...

Ei Dudu, como está? Primeiramente, como estive distante da net por algum tempo, nem pude te parabenizar pelo nascimento de seu filho na época, mas o faço agora desejando saúde e sucesso para a pessoinha e se ela tiver o mesmo gosto cinéfilo que o pai já será um bom caminho andado. E sucesso pra você nessa nova fase de sua vida.

Bem, como disse, fiquei um tempão sem atualizar meu blog e visitar os blogs amigos, mas parece que agora estou voltando à ativa. Quando puder, dá uma passda lá no Moviola Digital.

Em releção ao filme comentado, nunca tinha ouvido falar, mas me pareceu interessante pelo tipo de cinema B e anderground. O atrativo de sensualidade misturado à violência parece um tanto estranho, mas é um atrativo e tanto! Grande abraço!!!

Flavia Boabaid disse...

sua mania me assustou.

Vulgo Dudu disse...

Dougra, esse é o precursor do gênero! Confira!

Kamila, é exatamente isso. Tarantino bebeu muito na fonte do exploitation. Enquadramentos, diálogos, montagem...

Rafael, bem-vindo de volta! Obrigado aí pelos votos de felicidade! Vou dar uma conferida na Moviola Digital, que já fica ali ao lado nos links que visito sempre.

Flavinha, tenha medo. Muito medo. O sorriso é só disfarce.

Bjs e abs!